06 outubro 2007
Quem espera...
Mesmo assim eu encontrei um tempinho para aceitar um convite muito especial: escrever para o site Lanterneiros.
Os Lanterneiros são todos grandes amigos meus, irmãos, de antigas bandas e de outras bandas!!!
Lá eu não falo sobre a banda mas eventualmente posso falar sobre música... o intuito lá é falar sobre os diversos temas que me agradam: Tecnologia, Música, Cotidiano e qualquer outra coisa que chamar atenção!
Eu nunca perguntei pra eles o porque do nome do site... talvez eu pergunte ou talvez eu escreva uma teoria baseada no nada!
LAN é acrônimo de Local Area Network ou em Português Rede de Área Local. Daí vem o nome LAN-HOUSE é como um cyber-café porém com acesso à Rede Local para jogos em rede e outros!
TERNEIROS poderiam ser pessoas de TERNURA ou TERNAS que viria também de TERNO.
TERNO ou a pessoa que tem TERNURA simbolizaria pessoas que são afetuosas, do bem.
E TERNO ainda significaria Grupo Numeroso de Pessoas em diversos lugares do Brasil.
LANTERNEIRO é aquele que Constrói Lanterna/Lampião/Farol e encarregado da Iluminação, é também a pessoa que ilumina o caminho nas procissões.
Chego à conclusão que os Lanterneiros são um grupo de pessoas de bem e do bem iluminando nosso caminho na Rede/Internet e porque não na vida?!
Deixo aqui minha homenagem à eles: Diogo Soares, Cícero Dias, Ana Lúcia Dias e Mauro Moreira.
Obrigado pelo convite que aceitei muito honrado, espero estar à altura!
Acessem: www.lanterneiros.com.br
Me despeço iluminando as mentes férteis de todos que por aqui passarem!
Gus
11 junho 2007
Little Town
http://videolog.uol.com.br/video?231283
Confiram e contribuam para o número de acessos!!!
10 junho 2007
14 maio 2007
"Talvez Sejamos Irmãos"
Logo depois que eu nasci meus pais abriram um restaurante, D'Abilio, local onde passei toda minha infância e onde praticamente fui criado. Na parede do restaurante havia um quadro que chamava atenção por ser apenas uma silhueta indígena e um longo texto. Abaixo descreverei o texto contido naquele quadro, com o qual aprendi a respeitar TODAS formas de vida com as quais divido esta TERRA!
Um pouco de história antes:
Os Índios Duwamish habitavam a zona norte do atual estado de Washington, cuja capital Seattle tem o nome do Chefe Índio que proferiu o discurso, conhecido como a Carta do Chefe Índio, que é considerada como um dos mais belos manifestos ecológicos. Após cederem as terras os índios Duwamish migraram para a reserva Port Madison onde está sepultado o Chefe Seattle.
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“Talvez Sejamos Irmãos” – Carta do Seattle (Cacique dos Duwamish) ao Franklin Pierce (Presidente dos Estados Unidos da América – 1854) em resposta à proposta de aquisição das terras onde vivia a sua tribo.
"O Grande Chefe de Washington comunicou-nos o seu desejo de comprar as nossas terras. O Grande Chefe assegurou-nos também da sua amizade e de quanto nos preza. Isso é muito generoso da sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade.
Porém, vamos considerar a sua oferta, pois sabemos que se o não fizermos, o homem branco virá com armas e tomará as nossas terras.
Mas, como pode comprar ou vender o céu e o calor da terra? Tal idéia é estranha para nós. Se não somos os proprietários da pureza do ar ou do resplendor da água, como podes comprá-los de nós?
Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada clareira e cada zumbido de inseto são sagrados nas tradições e na memória do meu povo. A seiva que corre nas árvores transporta consigo as recordações do homem de pele vermelha. O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem a beleza desta terra, pois ela é a mãe do homem de pele vermelha. Somos parte destas terras como elas fazem parte de nós.
As flores perfumadas são nossas irmãs; o veado, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. As cristas rochosas, as seivas das pradarias, o calor que emana do corpo de um pônei e o próprio homem, todos pertencem à mesma família.
Assim, quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que nos reservará um lugar em que possamos viver confortavelmente e que será para nós como um pai e que nós seremos seus filhos. Vamos considerar a sua oferta de comprar a nossa terra, embora isso não seja fácil, pois esta terra é sagrada para nós.
A água cintilante dos rios e dos regatos não é apenas água, é o sangue dos nossos antepassados. Se vendermos a nossa terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e deverás ensiná-lo aos teus filhos e fazer-lhes saber que cada reflexo na água límpida dos lagos fala do passado e das recordações do meu povo. O murmúrio das águas é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, matam-nos a sede, transportam-nos nas canoas e alimentam os nossos filhos. Se vendermos a nossa terra, terás de te lembrar e ensinar aos teus filhos que os rios são nossos e vossos irmãos, e terás de dispensar-lhes a bondade que darias a um irmão.
Nós sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um pedaço de terra vale o mesmo que outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e depois de a conquistar prossegue o seu caminho. Deixa para trás as sepulturas dos seus antepassados e isso não o importa. Apodera-se das terras dos seus filhos e isso não o inquieta. Ele considera a terra, sua mãe, e o céu, seu irmão, como objetos que podem ser comprados, saqueados ou vendidos como ovelhas ou miçangas cintilantes. Na sua voracidade arruinará a terra e deixará atrás de si apenas um deserto.
Não sei. Nossos caminhos diferem dos vossos. As vossas cidades ferem os olhos do homem de pele vermelha. Não há lugares calmos nas cidades do homem branco. Não há sítios onde se possa ouvir as folhas a desabrochar na primavera ou o zunir das asas dos insetos. O barulho que tudo domina ofende os ouvidos do homem de pele vermelha. Para que serve a vida se um homem não pode escutar o grito solitário do noitibó ou a lengalenga noturna das rãs à volta de um pântano? Sou um homem de pele vermelha e não compreendo, talvez porque os homens de pele vermelha são selvagens e ignorantes. O índio prefere o suave sussurro do vento roçando a superfície de uma lagoa e o perfume do ar lavado pela chuva do meio-dia ou carregado do aroma dos pinheiros.
O ar é precioso para o homem de pele vermelha, porque todas as criaturas partilham a mesma aragem: os animais, as árvores, o homem todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece indiferente ao ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se vendermos as nossas terras, deverás recordar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte o seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu o primeiro sopro de vida ao nosso antepassado recebe também o nosso último suspiro. Se vendermos as nossas terras, deverás conservá-la como um lugar reservado e sagrado, onde o próprio homem branco possa saborear o vento perfumado pelas flores da pradaria.
Assim pois, vamos considerar a oferta para comprar a nossa terra. Se decidirmos aceitar, será com uma condição: O homem branco deverá tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo outros costumes. Eu vi milhares de búfalos a apodrecer na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia de um comboio em movimento. Eu sou um selvagem que não compreende que o cavalo de ferro fumegante possa ser mais importante do que o búfalo que nós, os índios, matamos apenas para o sustento de nossa vida.
O que seria do homem sem os animais? Se todos os animais desaparecessem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais não tarda a acontecer ao homem. Todas as coisas estão relacionadas entre si.
Deverão ensinar aos vossos filhos que o chão debaixo dos seus pés é feito das cinzas dos nossos antepassados. Ensinem aos vossos filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão é sobre eles próprios que cospem.
Uma coisa sabemos: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si.
Tudo o que acontece à terra acontece aos filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a teia da vida, ele não passa de um fio da teia. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará.
Mas nós vamos considerar a vossa oferta e ir para a reserva que destinais ao meu povo. Viveremos à parte e em paz. Que nos importa o lugar onde passaremos o resto dos nossos dias? Já não serão muitos. Ainda algumas horas, alguns invernos e não restará qualquer dos filhos das grandes tribos que viveram outrora nestas terras, ou que vagueiam ainda nas florestas. Nenhum estará cá para chorar as sepulturas de um povo tão poderoso e tão cheio de esperança como o vosso. Mas porque chorar o fim do meu povo? As tribos são constituídas por homens e nada mais. E os homens vão e vêm como as ondas do mar.
Nem o próprio homem branco pode escapar ao destino comum. Apesar de tudo talvez sejamos irmãos, veremos. Mas, nós sabemos uma coisa, que o homem branco talvez venha a descobrir um dia, o nosso Deus é o mesmo Deus. Ele é o Deus dos homens e a Sua misericórdia é a mesma para o homem de pele vermelha e para o homem branco. A terra é preciosa aos olhos de Deus e quem ofende a terra cobre o seu criador de desprezo. O homem branco perecerá também e, quem sabe, antes de outras tribos. Continuem a macular o vosso leito e irão sufocar nos vossos desperdícios.
Mas na vossa perdição brilhareis em chamas ofuscantes acendidas pelo poder de Deus que vos conduziu e que, por desígnios só por Ele conhecidos, vos deu poder sobre estas terras e sobre o homem de pele vermelha. Este destino é para nós um mistério. Não o compreendemos quando os búfalos são massacrados, os cavalos selvagens subjugados, os recantos secretos das florestas ficam impregnados do odor de muitos homens e as colinas desfiguradas pelos fios falantes. Onde está a floresta virgem? Desapareceu. Onde está a águia? Morreu. Qual o significado de abandonar os pôneis e a caça? É parar de viver e começar a vegetar.
É nestas condições que vamos considerar a oferta da compra das nossas terras. E se aceitarmos será apenas para ficarmos seguros de recebermos a reserva que nos prometeram. Talvez aí possamos acabar os nossos dias e quando o último homem de pele vermelha tiver desaparecido desta terra, e a sua recordação não for mais do que a sombra de uma núvem deslizando na pradaria, estes lugares e estas florestas abrigarão ainda os espíritos do meu povo. Assim se vendermos as nossas terras amai-as como as temos amado e cuidai delas como nós cuidamos. E com toda a vossa força e o vosso poder conservem-na para os teus filhos e amem-na como Deus nos ama a todos.
Sabemos uma coisa: o nosso Deus é o mesmo Deus. Ele ama esta terra. O próprio homem branco não pode fugir ao mesmo destino. Talvez sejamos irmãos, veremos."
Me despeço mais uma vez emocionado com este texto...
11 abril 2007
www.myspace.com/7citiesband
Acessem:
MySpace 7Cities - http://www.myspace.com/7citiesband
Muito obrigado a todos!
Até logo...
04 abril 2007
Mundo Ausente... Gus Ausente...
Colocamos à disposição para audição em nosso canal no MySpace 7Cities - http://www.myspace.com/7citiesband, lá você encontra também a letra para poder cantar junto! (abrindo pelo Internet Explorer... não sei porque no meu Mozilla não abre :P)
Por conta da produção da música e da produção do site (que enfim deve estrear em breve - de verdade desta vez :P) estive super ocupado e ausente neste período.
O site está ficando muito lindo e logo mais faremos o lançamento dele, já estou ansioso para dividir isto com vocês!
Aliás, outra coisa que eu queria dividir com vocês já está publicada... lembra que eu citei certa vez um aniversariante, Michel? do Projeto Da Mata? Pois é, fizemos o MySpace Projeto Da Mata - http://www.myspace.com/projetodamata. Convido todos vocês a conhecer o trabalho deles. É uma pesquisa de música tradicional brasileira, vale muito à pena! O EP deles "Minha Força é Meu Batuque" foi gravado no Potenza Estúdio em 2006 e lá no MySpace vocês poderão ouvir 4 das 5 músicas do EP!
Bom, uma notícia boa e revoltante e que já não é mais uma novidade é que meu irmão cabeção, Diogo Soares, entrou em todas universidades para as quais prestou vestibular... Unicamp, USP, Fuvest e UFSCar... complicado ser inteligente né... alguém tinha que salvar o nome da família!!! hehehe
Ainda em atualidades, vale à pena assistir o filme "Diamante de Sangue", logo mais estará nas locadoras... saí do cinema de boca aberta com a realidade de nosso mundo; mistura de revolta e nojo com/do ser humano! Às vezes dá até vontade de não pertencer à este mundo ou levar esta corja da raça humana para o inferno, um "Mundo Ardente"!
Me despeço com vontade de gritar bem alto!!!
Até já!
08 fevereiro 2007
Jardim da Infância
Vejo a Terra como um grande jardim da infância, onde a cada dia aprendemos novas lições com as novas sensações que recebemos e trasmitimos. Estamos rodeados de pessoas completamente diferentes de nós e por isso somos capazes de aprender, pelas diferenças. Cabe a nós e somente a nós aprender a distinguir o bem e o mal, o bom e o ruim e absorver e repassar aquilo que julgamos ser o melhor.
Para acrescentar quero dizer uma frase famosa de Antoine de Saint-Exupery:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”
O peso e a reponsabilidade dessa frase me acompanham desde que sou muito pequeno, uma das lições nela contidas, na minha opinião, é que você não pode se esquecer que qualquer ação sua reflete não só em você mas no mundo inteiro (famoso Efeito Borboleta) e que então devemos pesar nossas ações de acordo com o estrago que elas podem causar tanto àqueles que amamos quanto ao resto do mundo. E quando digo “pesar” quero dizer especificamente ao “peso” energético que vai junto com a ação, se a energia da ação for boa muito provavelmente o efeito será também bom!
Namastê
*- Digo processo pois quando se pensa em sair deste “estado” você já o encara como algo imutável, estático... portanto não concordo com o uso da palavra “estado” e penso que não deva ser pronunciada, partindo do princípio que seu subconsciente absorverá desta forma. E processo é algo que está em mutação, que permite o fluir.
Em falta...
Bom, o lado bom disso é que significa que as coisas estão bem agitadas!!!
Os vídeos no Canal Sony estão tendo uma repercussão ótima, estamos recebendo muitos e-mails carinhosos nos dando força e nos incentivando cada vez mais! E esse é o nosso combustível, o carinho dos fãs e amigos nos fortalece para continuar com o trabalho!!!
Este mês em especial temos trabalhado bastante para aprontar o site o quanto antes, ensaiando com a banda, pré-produzindo o CD, enfim, preparando muitas boas surpresas para todos vocês! Peço desculpas pela demora e peço que segurem a ansiedade pois não demora para darmos notícias!
Na sequência publicarei um artigo que escrevi esses dias sobre o ser-humano... em geral... EU, você, nossos pais, filhos, irmãos, amigos... algumas situações me levaram a escrever e fiquei com vontade de dividir este sentimento com as pessoas! Espero que gostem!
Me despeço de bom humor e pronto pro ensaio!
Até logo!
07 janeiro 2007
EPK's 7Cities
Mais uma vez desejo a todos que vêm aqui me visitar e saber um pouco mais como andam as coisas um ótimo ano, repleto de trabalhos, idealizações e realizações! Muita paz, amor, saúde, alegrias e felicidades!!!
Para os que têm Canal Sony Entertainment Television já é possível assistir os novos vídeos EPK (Eletronic Press Kit) na programação, no já conhecido teaser: Music News.
Acessem então nosso site www.7citiesband.com , faça o cadastro para receber as novidades.
É isso aí, 2007 PROMETE!!!
Até breve!